sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Resumo - redes complejas
Profs Aires J Rover e Orides Mezzaroba
Aluno Alexandre Pesserl
CPGD - 20092
Apresentaçao do livro: redes complejas - Ricard Solé
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Holismo e complexidade - mudanças de paradigma
"Os ventos da mudança estão rondando a sociedade atual não de agora e em alta velocidade. Estamos em plena transição de paradigmas: tudo é processo novo sobre velhos objetos e o novo convive ainda com o velho, que tem data para morrer. E há pouca consciência disso. Para Morin "paradigmas são “princípios supralógicos de organização do pensamento [...] princípios ocultos que governam a nossa visão das coisas e do mundo sem que disso tenhamos consciência” (2007).Vivemos uma transição complexa, muito além da chamada sociedade da informação. Isso porque esta é consequência daquela transição, de um modelo linear e cartesiano de pensar e ver o mundo, para um paradigma da complexidade que ao mesmo tempo reune e distingue o que separou-se e dicotomizou-se (herança dos gregos).
O paradigma cartesiano-newtoniano postula a racionalidade, a objetividade e a medição como únicos meios de se chegar ao conhecimento. A consequência é que estamos rodeados e programados para aceitar e realizar toda espécie de reducionismo.
São várias as transições para uma visão holística e complexa de mundo:
Da afirmação constante da certeza à legitimação e diálogo com a incerteza;
Do heterocontrole à auto-organização;
Da ordem planejada hierarquicamente à ordem emergente;
Da medição e domínio da natureza e toda realidade à convivência com o ambiente;
Da competição à cooperação." (ROVER, A J)
MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo, Porto Alegre, Sulina, 3ª ed. 2007.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
"Somos todo Cyborgs" - entrevista com Andy Clark
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79112-15224,00-SOMOS+TODOS+CYBORGS.html
domingo, 12 de julho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Corpo, emoções e linguagem

Este título acima é da palestra dada pelo dr. Manoel Brandao
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Certeza/ Explicação
Certeza:
Segundo Maturana e Varela (2007, p.22), tendemos a viver num mundo de certezas, de solidez perspectiva não contestada, em que nossas convicções provam que as coisas são somente como as vemos e não existe alternativa para aquilo que nos parece certo.
"Toda experiência de certeza é um fenômeno individual cego em relação ao ato cognitivo do outro" (Maturana e Varela, 2007, p.22).
Explicação:
Uma explicação é sempre uma proposição que reformula ou recria as observações de um fenômeno, num sistema de conceitos aceitáveis para um grupo de pessoas que compartilham um critério de validação (Maturana e Varela, 2007, p.34).
Ainda segundo Maturana e Varela (2007, p.34), podemos distinguir essencialmente quatro condições que devem ser satisfeitas na proposição de uma explicação científica, as quais não necessariamente ocorrem de modo seqüencial, mas sim de maneira imbricada:
- Descrição do fenômeno ou fenômenos a explicar, de maneira aceitável para a comunidade de observadores;
- Proposição de um sistema conceitual capaz de gerar o fenômeno a explicar de modo aceitável para a comunidade de observadores (hipótese explicativa);
- Dedução, a partir de "2.", de outros fenômenos não explicitamente considerados em sua proposição, bem como a descrição de suas condições de observação na comunidade de observadores;
- Observação de outros fenômenos, deduzidos à partir de "2.".
domingo, 24 de maio de 2009
Semântica
Para nós, observadores, o estabelecimento ontogênico de um domínio de condutas comunicativas pode ser descrito como o estabelecimento de um domínio de comportamentos coordenados associáveis a termos semânticos. Isto é, como se o determinante da coordenação comportamental assim produzida fosse o significado do que o observador pode ver nas condutas, e não no acoplamento estrutural dos participantes (Maturana e Varela, 2007, p.229).
A semântica também está presente na definição de linguística: "Chamamos de linguística uma conduta comunicativa ontogênica, ou seja, um comportamento que ocorre num acoplamento estrutural ontogênico entre organismos, e que pode ser descrito em termos semânticos por um observador" (Maturana e Varela, 2007, p.231).
Amor
Aprendizagem
"Descrever a aprendizagem como uma internalização do meio confunde as coisas, pois sugere que na dinâmica estrutural do sistema nervoso há fenômenos que existem apenas no domínio de descrições de alguns organismos capazes de linguagem, como nós". '(pág. 199)
Previsão
Tradição
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
FENÔMENO SOCIAIS
Entendemos como fenômenos sociais os ligados à participação dos organismos na constituição de unidades de terceira ordem (MATURANA e VARELA, 2007 pág. 217).
terça-feira, 19 de maio de 2009
Ética
Maturana(2003, p.270) ainda explica "que todo ato humano, ao construir um mundo na linguagem, tem um caráter ético porque ocorre no domínio social", ou seja, tudo o que se faz socialmente, no ato da convivência, necessita de ética, porque envolve a ligação do humano ao humano.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
sistema nervoso
Que relações de atividade e que mudanças de relações de atividade ocorrem?
Aquelas que são determinadas pela estrutura do sistema nervoso.
Um sistema nervoso é um sistema organizado como uma rede fechada de elementos neuronais interagentes, que em suas interações geram relações de atividade de tal maneira que qualquer mudança na relação de atividade que se produza entre alguns elementos da rede conduz a mudanças nas relações de atividade que se produzam em outros elementos da rede.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Instruções para realização do artigo
Como avaliação final da nossa disciplina, todos deverão produzir um artigo (individualmente ou, no máximo, em 2 pessoas).
O artigo deve ter de 10 a 15 páginas, espaçamento 1,5 entre linhas, margem padrão (superior e esquerda 3cm, inferior e direita 2cm), fonte tamanho 12, Times New Roman.
O Prazo final de entrega é 30/06/09, impreterivelmente.
Segue o esquema da estruturação, sugerido pelo Prof. Aires.
TÍTULO
- Introdução
- A visão sistêmica de Maturana e Varela (as categorias escolhidas)
- Descrição de um problema
- Análise e síntese do problema utilizando as categorias escolhidas
- Conclusão
- Referências
Obs: Todos devem alinhar suas idéias segundo esse esquema apresentado e encaminhar o documento para meu email (pmariasantos@yahoo.com.br), além de trazer impresso para a próxima aula.
Conduta cultural
Flexibilidade
Complementa: "É dessa maneira que os ecossistemas se mantêm num estado flexível, pronto para se adaptar a condições mutáveis. A teia da vida é uma rede flexível e sempre flutuante. Quanto mais variáveis forem mantidas flutuando, mais dinâmico será o sistema, maior será a sua flexibilidade e maior será sua capacidade para se adaptar a condições mutáveis."
Correlações Internas
terça-feira, 12 de maio de 2009
Movimento
"Para um observador, é evidente que no movimento há múltiplas possibilidades, muitas das quais aparecem realizadas nos seres vivos como resultados de sua deriva natural. Assim, os organismos móveis não só baseiam sua reprodução no movimento, como também sua alimentação e modos de interação com o meio. É em referência a esses seres vivos, nos quais a deriva natural levou ao estabelecimento de motilidade, que o sistema nervoso adquire importância." (pág. 164)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Determinismo
"A história das mudanças estruturais de um dado ser vivo é sua ontogenia. Nessa história todo ser vivo começa com um estrutura inicial, que condiciona o curso de suas interações e delimita as modificações estruturais que estas desencadeiam nele."
(MATURANA, VARELA, 2001 pag.107)
"... sistemas nos quais todas as modificações estruturais estão determinadas por sua estrutura - Seja ela qual for -, e nos quais essas modificações estruturais ocorram como resultado de sua própria dinâmica, ou sejam desencadeadas por suas interações."
(MATURANA, VARELA, 2001 pag.108 e 109)
Fenomenologia
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Filogenia
(Maturana e Varela, pág 117)
Representacionismo
Contabilidade Lógica
"Como observadores, podemos ver uma unidade em domínios diferentes, a depender das distinções que fizermos. Assim, por um lado podemos considerar um sistema de domínio de funcionamento de seus componentes, no âmbito de seus estados internos e modificações estruturais", explica Maturana(2001, p.150).
Clausura operacional
terça-feira, 5 de maio de 2009
ADAPTAÇÃO
segunda-feira, 4 de maio de 2009
FILOGENIA
“Uma filogenia é uma sucessão de formas orgânicas geradas seqüencialmente por relações reprodutivas. As mudanças vivenciadas ao longo da filogenia constituem a mudança filogenética ou evolutiva” (MATURANA, VARELA, página 138).
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Ontogenia
Humberto Maturana/francisco Varela. A célula classifica e vê suas contínuas interações como o meio de acordo com com sua estrutura a cada instante, que por sua vez esta em continua mudança devido a sua dinâmica interna.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Comportamento
Ainda segundo Maturana e Varela (2001, p. 153) " corresponde à descrição que fazemos dos movimentos do organismo num ambiente que assinalamos"
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Solipsismo
quarta-feira, 15 de abril de 2009
PONTO DE BIFURCAÇÃO
Entretanto, a partir de um ponto critico apresenta um padrão caótico, não-linear, passa a um novo estado de ordem. Próximo de um ponto critico o sistema se afasta do equilíbrio ao aumentar gradativamente os fluxos de matéria e energia, neste estágio os escoamentos são mais fortes, a entropia se eleva e o sistema não tende mais ao equilíbrio. Encontra instabilidades que o leva a novas formas de ordem e afasta o sistema cada vez mais do equilíbrio.
A complexidade é crescente e o conduz ao segundo momento. Segundo Capra (1996) no segundo momento, caracterizado como não-linear, à partir de um ponto crítico ou ponto de bifurcação, onde as equações que descrevem o sistema não são mais lineares o sistema passa a se comportar como um todo, tornando impossível integrar o sistema a partir de suas partes. Neste ponto de passagem de equilíbrio a não-equilíbrio emerge espontaneamente um padrão ordenado.
De acordo com Capra (1996) um ponto de bifurcação é um limiar de estabilidade no qual a estrutura dissipativa pode se decompor ou então imergir num dentre vários novos estados de ordem. O que acontece exatamente nesse ponto crítico depende da história anterior do sistema. Dependendo de qual caminho ele tenha tomado para alcançar o ponto de instabilidade seguirá uma ou outra das ramificações disponíveis depois da bifurcação.
Matematicamente, um ponto de bifurcação representa uma dramática mudança da trajetória do sistema no espaço de fase. Um novo atrator pode aparecer subitamente, de modo que o comportamento do sistema como um todo "se bifurca", ou se ramifica, numa nova direção.No ponto de bifurcação, a estrutura dissipativa mostra uma sensibilidade extraordinária para pequenas flutuações no seu ambiente. Uma minúscula flutuação aleatória pode induzir a escolha de caminho.
Uma vez que todos os sistemas vivos existem em meios ambientes que flutuam continuamente, e uma vez que nunca podemos saber que flutuação ocorrerá no ponto de bifurcação justamente no momento "certo", nunca podemos predizer o futuro caminho que o sistema irá seguir.
Desse modo, toda descrição determinista desmorona quando uma estrutura dissipativa cruza o ponto de bifurcação. Flutuações diminutas no ambiente levarão a uma escolha da ramificação que ela seguirá. E uma vez que, são essas flutuações aleatórias que levarão à emergência de novas formas de ordem, Prigogine introduziu a expressão "ordem por meio de flutuações" para descrever a situação.
DISTINÇÃO
HISTÓRIA
segunda-feira, 13 de abril de 2009
AUTOPOIESE E AUTONOMIA
E o que distingue o ser vivo é sua organização autopoiética. “Os seres vivos diferentes se distinguem porque têm estruturas distintas, mas são iguais em organização.” Os autores também o consideram como unidades autônomas.
Maturana e Varela (2007, p. 55, 56) utilizam a expressão autonomia em seu sentido corrente. “Um sistema é autônomo se é capaz de especificar sua própria sua própria legalidade”, ou seja, “aquilo que lhe é próprio.”
Os autores não afirmam nem cogitam a possibilidade de que os seres vivos sejam os únicos entes autônomos. Todavia, é destacado pelos mesmos “[...] que uma das propriedades mais imediatas do ser vivo é sua autonomia.” Maturana e Varela asseguram que o mecanismo que faz dos seres vivos sistemas autônomos é a autopoiese.
Os autores ao questionarem sobre como é possível compreender a autonomia do ser vivo, respondem que para compreender tal autonomia faz-se necessário entender a organização que o define como unidade. Perceber os seres vivos como unidades autônomas permite mostrar como sua autonomia se torna explícita ao indicar que aquilo que os define como unidades é a sua organização autopoiética, “[...] e que é nela que eles, ao mesmo tempo, realizam e especificam a si próprios. (MATURANA e VARELA, 2007, p. 56).
sábado, 11 de abril de 2009
Inteligência
FRITJOR CAPRA- Titulo -Criando um Mundo- Pag. 216
Livro UMA NOVA COMPREENSÃO CIENTIFICA DOS SISTEMAS VIVOS
quarta-feira, 8 de abril de 2009
ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA
Cibernética
Mais tarde a cibernética se tornou um movimento intelectual, formado pelos ciberneticistas, que criaram diferentes níveis de descrição, mais focado em padrões de comunicação, laços fechado e em redes.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Processo
CONSCIÊNCIA
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Alfabetização Ecológica
Evolução
A emergente teoria não associa a evolução diretamente à necessidade de adaptação dos organismos vivos às condições ambientais. O mais importante é a adaptação mútua entre os organismos. "O foco está se deslocando da evolução para co-evolução", um processo que equilibra competição e cooperação; criação e mútua adaptação. (CAPRA, 1996, pp. 179-182)
Mecanicismo
LINGUAGEM
“Ser humano é existir na linguagem.” Na linguagem coordenamos nosso comportamento e criamos o nosso mundo. (CAPRA, 2006, p. 227).
COMUNICAÇÃO
A comunicação pode ser instintiva ou aprendia. Maturana chama o comportamento comunicativo aprendido de ‘linguístico’. [...] De fato, na visão de Maturana, esse comportamento lingüístico é a base para a linguagem. “Comunicação lingüística não é linguagem.” (CAPRA, 2006, p. 225).
ACOPLAMENTO ESTRUTURAL
Para definir a categoria “acoplamento estrutural”, Capra se vale dos ensinamentos de Maturana e Varela que o estabelecem a partir da diferença das formas pelas quais os sistemas vivos e não vivos interagem com seus meios ambientes. (CAPRA, 2006, p. 177).
sábado, 4 de abril de 2009
Ordem
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Criatividade
Constante avanço da vida em direção à novidade. (pag. 179)
Tendência inerente da vida para criar novidade, na emergência espontânea de complexidade e de ordens crescentes. (pag. 182)
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Estruturas Dissipativas
terça-feira, 31 de março de 2009
ESTRUTURA
Em outras palavras, a Estrutura envolve quantidades, ao passo que o padrão envolve qualidades.
Auto-organização
Forma
Padrão
Uma forma clara de entender o significado de PADRÃO, no texto de Maturana e Varela (2007, pág. 93-94):
"É preciso entender que todos os seres vivos multicelulares conhecidos são variações elaboradas sobre o mesmo tema - a organização e a filogenia da célula. Cada indivíduo multicelular representa um momento elaborado da ontogenia de uma linhagem, cujas variações continuam sendo celulares. Nesse sentido, o aparecimento da multicelularidade não introduz, basicabente, nada de novo. Sua grande novidade consiste em que torna possível muitas classes diferentes de indivíduos, ao possibilitar muitas linhagens diversas como distintos modos de conservação do acoplamento estrutural ontogênico com o meio."
Ou seja, a estrutura mudou e assumiu diferentes espécies conhecidas, no entanto o PADRÃO celular se manteve.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Autopoiese
Para o autor, constitui “[...] um padrão de rede no qual a função de cada componente consiste em participar da produção ou transformação dos outros componentes da rede.” (CAPRA, 2006, p. 136). Pode-se constatar que a rede, constantemente, cria a si mesma. Ela é produzida por seus componentes e produz os seus próprios componentes.
“Uma vez que todos os componentes de uma rede autopoiética são produzidos por outros componentes na rede, todo o sistema é organizacionalmente fechado, mesmo sendo aberto com relação ao fluxo de energia e de matéria”. (CAPRA, 2006, p. 140). Pode-se considerar que os sistemas vivos são autônomos. Todavia, não são isolados do seu meio ambiente. Os sistema interagem com o meio ambiente por intermédio de um intercâmbio contínuo de energia e matéria. A autopoiese é vista como o padrão subjacente ao fenômeno da auto-organização, que é característico de todos os sistemas vivos.
Padrão de organização
Sistema Vivo
domingo, 29 de março de 2009
Linearidade
Sistema
sábado, 28 de março de 2009
Cognição
Complexidade
quinta-feira, 26 de março de 2009
Redes
Sustentabilidade
quarta-feira, 25 de março de 2009
Valor
Paradigma
Ecologia
A ecologia não separa seres humanos – ou qualquer outra coisa – do meio ambiente natural
vê o mundo não como uma coleção de objetos, mas como uma rede de fenômenos que estão fundamentalmente interconectados e são interdependentes (pág. 26).


